segunda-feira, 21 de maio de 2012

[PORTIFÓLIO] Jornalista, professor, escritor e compositor

O professor Alex Capella divide seu tempo entre a sala de aula e a redação do jornal Hoje em Dia. "Não é facil. Mas, nos dias de aula, procuro antecipar a coordenação no jornal. Chego mais cedo à redação e, no final do dia, delego as funções para poder dar aula" explica o Coordenador de Política do jornal.

Com a visão do profissional e do professor, Alex atesta as modificações importantes e recentes dos diversos meios de comunicação, em especial os veículos impressos. "Eles vêm passando por mudanças radicais nos seus formatos e conteúdos. É uma tentativa de atrair esse público mais jovem, acostumado aos meios eletrônicos, de fidelizar esse novo leitor. Os veículos que fizerem rapidamente as mudanças poderão ter a chance de alongar sua expectativa de vida" analisa.

Primeiro jornalista mineiro a pisar na Antártica, possui uma experiência ampla e diversificada. Trabalhou para o Portal Terra, foi correspondente político e econômico do portal Globo.com, Diário do Comércio e Indústria, Gazeta Esportiva, O Estado de São Paulo. Foi também assessor de comunicação e colaborador na criação da revista Ragga na qual é colunista. Mas Alex possui um outro lado bem menos conhecido dos alunos e leitores: é compositor, autor da marchinha do bloco carnavelesco de Belo Horizonte, Trema na Linguiça. 

Quem quiser conferir alguns de seus trabalhos...

PAI: avaliação com consciência

A avaliação institucional, o PAI, vai até o dia 31 de maio. Um instrumento fundamental para a gestão do ensino de qualidade, a avaliação é também um dos melhores mecanismos dos alunos colaborarem para a melhoria contínua da instituição e do seu curso.

Segundo a presidenta da Comissão Própria de Avaliação, a profa. Juliana Barbosa, os números no curso de Relações Públicas ainda são baixos. Até o dia 14 de maio, segunda-passada, somente um aluno havia respondido às questões. Em entrevista ao SAIBA!, professora Juliana esclarece algumas dúvidas comuns.

SAIBA! O que é o PAI?
O Programa de Avaliação Institucional – PAI é um processo de medida de desempenho que visa à melhoria da qualidade do ensino, da aprendizagem e do processo de gestão acadêmica.


SAIBA! Todo aluno sabe o que é o PAI?
Via de regra, o aluno veterano sabe, pois já participou de outras avaliações.O calouro tomará conhecimento agora deste processo.


SAIBA! Qual a importância do PAI para o aluno?
O aluno, ao participar da avaliação, está contribuindo para promover a melhoria de seu curso; se envolver nas discussões da instituição; melhorar a qualidade da instituição num todo; valorizar os talentos


SAIBA! O PAI é obrigatório? Se o aluno não participar, o que acontece?
Não. Os alunos são convidados a participar do programa, respondendo ás questões online, em qualquer lugar e a qualquer hora, ou até mesmo nos laboratórios das unidade. O aluno que não participa perde a oportunidade de ajudar no crescimento de seu curso. Lembrando que a avaliação institucional é exigida pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura) e que os dados colhidos são apresentados a este orgão. Para que haja uma parametrização correta dos dados, é necessária a participação de no mínimo 30 alunos por turma. Caso esta participação não ocorra, o curso não aparece como avaliado e as fica bem mais difícil conseguir as melhorias para o curso.


SAIBA! Professores, funcionários e coordenadores também participam?
Sim. As datas de participação de professores, coordenadores e funcionário é diferente do período de participação dos alunos, mas todos participam deste processo.


SAIBA! Como faço para participar do PAI? Qual o endereço, login, senha etc?
É muito simples. É necessário apenas um computador conectado à internet, acessar o link: www.avaliacaoinstitucional.com.br/pai, selecionar graduação presencial. Em seguida seleciona-se a unidade e digite seu RA e senha da área restrita.

FIT por Gustavo Monteiro

A edição deste ano do FIT-BH, promovido pela Prefeitura e Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, vai do dia 09 ao dia 24 de junho. Para nos falar um pouco sobre esse que é um dos eventos mais importantes da cidade para a democratização da cultura e integração com a cidade, tivemos o prazer de conversar com Gustavo Monteiro, jornalista e um dos coordenadores da Revista do FIT.

SAIBA! Como você avalia o FIT deste ano?
Este ano, o FIT apresenta a Belo Horizonte um festival diferenciado. Será um evento maior, com mais peças internacionais, diversos espetáculos de rua, além de promover ações de formação artística ao longo de sua duração. Antes mesmo do início do festival, já estão acontecendo palestras e atividades como o FIT Escola, atividade que reúne alunos de escolas de teatro para seminários com diretores de todo o Brasil. Outra novidade é o lançamento da quarta edição da Revista FIT, publicação que reúne artigos de variados autores ligados às artes cênicas. 

SAIBA! O que o FIT pode representar para alunos e profissionais de comunicação?
Acredito que os alunos de comunicação podem perceber o FIT como um grande evento que demanda um eficiente planejamento de comunicação. Desde o início do ano, profissionais da área estão trabalhando para que o festival tenha uma ótima repercussão no cenário midiático local, nacional e internacional. Pode-se notar a importância da comunicação neste tipo de evento, quando avalia-se a execução do seu plano comunicacional. Mais que resultado, é importante refletir sobre toda a elaboração do projeto que foi desenvolvido para que todas as ações fossem executadas. O profissional de Relações Públicas possui um grande papel neste processo por fazer a intermediação de informações referentes ao festival entre a Fundação Municipal de Cultura, seus colaboradores e o público, em geral.

SAIBA! Qual sua inserção no FIT? 
Sou jornalista. Participo da coordenação das seguintes publicações do festival: Revista FIT e Catálogo do Movimentos Urbanos.

Para saber mais, acesse www.fitbh.com.br/2012/.















Gustavo Monteiro fala com exclusividade ao SAIBA!
Foto: acervo pessoal

SAIBA! 03


quinta-feira, 3 de maio de 2012


Na web, a edição 02 do SAIBA!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Públicas, auxiliar administrativa, calígrafa e artesã

Marcelo Alves e Claudinea Elias 

Claudinea Elias da Silva decidiu fazer Relações Públicas porque sempre gostou de ler e escrever e, em meados de 2002, trabalhando numa emissora de TV a cabo, teve a oportunidade de conhecer os bastidores de uma redação, o funcionamento de uma emissora e profissionais como Daniela Murad, Ghyslaina do Carmo (Band Minas), André Vasconcelos(Rede Record), Marcos Leandro, Liliana Junger , Cristiano Monteiro (Globo), Romina Faria, Kátia Matos, Johanes Junqueira (Rede Minas), Adriana Bagno, Almeida Netto (mestres de cerimônia)... Adoro meu curso. A cada dia vejo que é o que sempre quis fazer, ou melhor, aprendo que comunicação não é simplesmente falar ou escrever e sim transformar uma matéria em algo que toque e signifique algo para quem lê e para quem ouve” diz. Já trabalhando no Hospital Alberto Cavalcanti, sua decisão envolve uma seriedade própria de quem paga seus estudos e tem que se desdobrar durante o dia no trabalho e à noite em sala de aula. Tudo isso conciliado com a atenção que precisa dar a seu marido e filho. 

Muita coisa para se fazer? Pois Claudinéa ainda encontra tempo para se dedicar ao artesanato, à caligrafia e ao grupo de humanização no Hospital que é referencia em oncologia em MG na rede FHEMIG. O artesanato surgiu na vida de Claudinea como uma atividade para relaxar. “Sempre gostei de aprender coisas novas e precisava de algo para preencher o tempo e queria ensinar as pessoas” diz. Ela faz pinturas em MDF, gesso, encadernação... Atualmente comercializa suas peças e os interessados podem entrar em contato com ela pelo blog www.artesdeclaudinea.blogspot.com.


       





      
Presépio feito por Clau em gesso e pintado em tinta acrílica
Foto: acervo pessoal







Amo minha família. E adoro gatos e sapatos altos.
Foto: acervo pessoal







A paixão pelos gatos está em casa também: ela possui 04 gatos, Pipa, Tunico, Chiquinho e Lince.
Foto: acervo pessoal

Você sabia que a prefeitura é fonte de dicas culturais?


Marcelo Alves e Claudinéa Elias

Poucas pessoas nativas tem o hábito de acessar o site das prefeituras de suas cidades para buscar informações turísticas ou mesmo culturais. Esses sites, em grande número, desatualizados são, na maioria das vezes, buscados por turistas; mas não deveria ser assim no caso de Belo Horizonte. 

A prefeitura, via Belotur, oferece o site Belo Horizonte – Minas Gerais (www.belohorizonte.mg.gov.br) com ampla divulgação de informações e atrativos da cidade. Vale destacar a agenda cultural que, além de bastante completa, permite a navegação via um calendário de datas. O internauta pode clicar no dia do ano em que está interessado e verificar a agenda cultural do dia.  Outro link muito legal é o BH Grátis que, como o nome diz, dá dica de programações gratuitas. Ou seja, cultura e diversão sem colocar a mão no bolso.

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O site é uma boa opção para conhecer a programação cultural da cidade.
Foto: Divulgação

Que tal conciliar cultura, diversão e sua formação?


Marcelo Alves e Tom Dutra

Algumas coisas soam meio como lugar comum aqui em Belo Horizonte, mas não correspondem à verdade. Talvez, pela natureza do ser humana, tenhamos a tendência de valorizar determinadas coisas e desvalorizar outras, mesmo sem as conhecermos bem. Uma das pretensas verdades é dizer que em BH não se tem nada para fazer. Ou o que tem é caro.

O Espaço Oi Futuro é a comprovação da falácia acima. Ele reúne o Museus das Telecomunicações, o Teatro Klaus Vianna, uma galeria de arte e um espaço para discussão. A galeria, o espaço e o Museu são de acesso gratuito. E o melhor é que, além de serem fonte de diversão e cultura, o Museu, especificamente, ainda contribui para sua formação de forma interativa e interessante. Com alta tecnologia, você pode ver a linha do tempo da comunicação ou ‘conversar’ com Albert Einstein ou Dalai Lama. Vale a pena conferir.

Serviço:
Museu: de terça a domingo, das 11h às 17h
Galeria: de terça a sábado, das 11h às 21h // domingo das 11h às 19h

Av. Afonso Pena 4001 - Mangabeiras

Informações: 031 (31) 3229 3131







Linha evolutiva dos telefones públicos é só um exemplo do que poderá ser visto, ouvido, tocado e sentido no Oi Futuro.
Foto: André Luiz

Quem sabe faz a hora


Marcelo Alves e Claudinéa Elias
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Como na música de Geraldo Vandré, ‘quem sabe faz a hora, não espera acontecer’. O mercado de comunicação social em Minas Gerais continua oferecendo várias oportunidades de trabalho e estágio. O importante é estar qualificado e saber identificar as oportunidades. A própria Anhanguera oferece uma excelente forma de você, não só saber de vagas existentes, mas também se aprimorar. Ela firmou uma parceria com a Catho Online, uma das mais importantes empresas de recolocação profissional em atuação no Brasil. Por meio dela, é possível ter acesso às mais de 250 mil vagas cadastradas, bem como ainda realizar testes de autoconhecimento e cursos online gratuitos. Não vale ficar parado, né? Clique e acesse.

 








Diego Siliprando utilizou o site da Catho Online para uma recolocação como designer. 
Foto: Divulgação

SAIBA! 2012.ABRIL


Nova turma de Relações Públicas


Marcelo Alves e Tom Dutra
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35 Relações Públicas ingressarão no mercado no final de 2015. São os alunos da nova turma formada neste semestre na Faculdade Anhanguera de Belo Horizonte. Recebidos com uma Calourada inusitada na sexta, dia 30 de março, eles se vestiram de bregas e celebraram com muita música, diversão e fotos o início do curso, junto com calouros de outras áreas. A integração ficou por conta da direção, coordenações e da equipe do Núcleo de Comunicação, sob a batuta da profa. Ana Paula Damasceno e Welington Ferreira, além da participação da Jucilene Kumpel, Raquel Valéria, Júnior e vários outros alunos e ex-alunos que vieram prestigiar.

Juliana Barbosa, Ana Paula Damasceno, Ademir Gargary, Syomara Ker e Débora Marinho: coordenadores e diretora se vestiram de bregas e prestigiaram os novos alunos. (foto: Welington Ferreira)

 Bem-vindos: novos rostos na Faculdade Anhanguera de Belo Horizonte. (foto: Welington Ferreira)